"Uma vida sem limites.". Essa é a definição mais completa e digna para esse homem e tudo o que ele fala, realiza e transcende. Nicholas James Vujicic, nasceu em 1982 com uma rara espécie de focomelia (má formação em fetos) chamada tetra-amelia, que o fez nascer sem braços nem pernas (no caso de Nick, apenas parte de seu pé esquerdo com 2 dedos). Obviamente uma infeliz tragédia, mas que esse homem transformou em dom para mudar o mundo, mudar pessoas. Claro que Nick nem sempre lidou bem com isso, como todo ser humano ele chorou, desejou ser normal, se depreciou... mas superou ao longo dos anos, parou, pensou e analisou as possibilidades, sonhos, sua vida em si, e conseguiu achar seu caminho, seu propósito. Hoje ao olhar pra ele, verá talvez o sorriso mais feliz, sincero e desbravador que você imaginar. Esse homem é mais do que um exemplo de ser humano, é um exemplo de vida; de uma vida sem limites.
Desde uma certa idade descobriu sem dom para falar e aconselhar outros, justamente pela sua situação de deficiência; o que também era o motivo para lhe darem tal atenção para o que ele falava. Ele falava sobre os limites que impomos à nós mesmos ou que a vida nos impõe, aconselhava sobre os momentos péssimos que podemos ter, sobre como é triste ter sonhos mas não ver um futuro, não ver algo promissor. Tudo isso que todos um dia passaram e passarão, ninguém entendia melhor do que ele. Sua tragédia pessoal virou bênção, e o ensinou de um modo duro, porém eficiente, a razão do que é a vida e de como ser feliz apesar de tudo.
Cursou ensino padrão em escolas, assim sendo lutando contra suas limitações desde cedo, mas incapaz de querer se conformar em não poder fazer algo por causa de sua deficiência. Obviamente que nem tudo era possível para o jovem Nick, mas ele tentava e achava alguma solução para quase tudo. Tanto que hoje vive uma vida normal, fazendo coisas que qualquer um duvidaria em sua condição. Aos 17 já dava palestras para estudantes em sua escola, em sua igreja e iniciou sua organização sem fins lucrativos intitulada Life without Limbs (Vida Sem Membros). Formou-se no ensino superior em contabilidade porém seguiu sua carreira e seu dom de palestrante motivacional ao redor do mundo. Desde algumas dezenas de jovens na escola à estádios e salas de convenções lotadas. Esse é hoje Nick Vujicic, palestrante internacional dando sua lição de vida, propagando a alegria de ser feliz e ter um propósito acima de tudo, segui-lo sem limites e conquistá-lo.
Nick Vujicic mudou minha vida. Mudou minha vida de tal forma que aqueles momentos assistindo à seu vídeo na internet marcaram uma mudança no meu olhar para com a vida, suas adversidades cotidianas, a vida em si por completo, o como olhar para o mundo e os outros. Foi nesse dia qeu tomei consciência do meu valor e de como eu deveria ser grato à minha vida, à quem sou; desse dia em diante passei a agradecer por simplesmente abrir os olhos todas as manhãs, levantar e poder caminhar. Agradecendo ao supostamente "mínimo", mas que na verdade é uma grande bênção. Aprendi a sorrir pra vida apesar de nem sempre tudo estar bem, aprendia enxergar o que havia de melhor naquele momento e seguir assim, com esse foco. Não é fácil, volta e meia dou uma mancada e não consigo, mas vale a pena e consigo ser mais feliz à cada dia com o dom da vida e o que ela tem de melhor. Nick me iluminou, sem exageros! Eu pensei, como muitos também provavelmente pensaram: "Como ele consegue ser tão feliz e de bem com a vida?" e, logo em seguida às lágrimas, "Como EU não consigo ser feliz com a minha vida perfeita, com saúde, casa, um lar etc? Eu sou perfeito como sou, minha vida é maravilhosa... se ele consegue superar tudo e ser feliz, eu não tenho o direito de não sorrir pra vida, não tenho o direito de reclamar da minha vida, devo ser grato à tudo o que tenho e seguir feliz pra vida, vivê-la sem limites."
Graças à esse homem, o mundo é um lugar melhor, com pessoas melhores. Ele é a personificação da frase/ditado "Se não consegue um milagre, torne-se um.". Aquelas lágrimas vendo sua história, seu vídeo, suas vitórias, me inspirarão para sempre; e tenho certeza que inúmeros ao redor do mundo também.
Nicholas James Vujicic, muito obrigado por me fazer enxergar, por mudar minha vida. Muito obrigado.
Monday, August 13, 2012
Friday, August 10, 2012
Now Let Me Hold Your Hand
Tudo o que eu queria, agora, ontem, antes de ontem e antes. Às vezes é
só o que me vem à cabeça... segurar sua mão, não soltar, olhar nos seus
olhos, e saberemos o que se passa e o que está acontecendo, sem trocar
uma palavra. Apenas nesses segundos e tudo se responderia, e tudo que
tínhamos certeza e que caiu pelo caminho, seria resgatado; e tudo
floresceria novamente. Você saberia, eu ainda sei; mas ainda preciso
segurar sua mão para que você saiba, se lembre. Ainda há muita força
nisso tudo, eu sei que há... uma chance, uma oportunidade que o destino
se nega a permitir. Vidas unidas e separadas sem o consentimento de
ambas, o livre arbítrio é quebrado. Culpas, dilaceramentos, lágrimas,
dor... Pare! Respire... não pense... não dá... não há outra coisa que eu
respire, que eu bombeie em minhas veias, que não seja você.
Superficialidade nas palavras e sentimentalismo momentâneo causado pelo desespero? Faria sentido se isso passasse, mas não; e também não sou desse tipo. Meu sentimento talvez apenas criou uma crosta fina em sua volta, mas que raramente consegue contê-lo. Criei-a no intuito de tentar seguir, segurá-lo, ignorá-lo, mas essa crosta rompe-se muito facilmente ainda, e é cada vez pior. Droga! Não chorarei e perguntar "D'us, por que D'us?". Esse é o pior, eu sei o porque. O que só piora tudo, tragicamente.
"É, você tem aquela coisa. Acho que você vai entender.". Seu sorriso ainda me da aquela mesma sensação... seu sorriso, sim aquele... a coisa mais perfeita que já ocorreu e que existe nesse mundo: seu sorriso. Sincero, alegre, tímido e lindo. Sim, ainda me deixa bobo e me faz sorrir feito uma criança tímida, com os olhinhos quase fechados e tudo. Você sabe, já o viu inúmeras vezes, culpa sua mesmo! Hahahahha, é, é... você veio, não sai daqui por nada, mesmo com tudo, mesmo com todos, mesmo sem seu consentimento, é com você que eu ainda sonho todas as noites e todos os dias (All night! All day! Gloooooria!). Tsc... só o que posso fazer é lamentar na minha amarga solidão...
Aceita um café sr. Eu? Claro! E logo após uma leitura, um chá e estudar, escrever não sei. Entupir a mente com coisas fúteis para distração e risos alheios. O que acha sr. Eu? Ótimo plano. E seguir até a misericordiosa adaga do sono profundo acalentar essa dor estática definitivamente... Definitivamente por pelo menos algumas horas.
Durma... dormir é o único momento em que tenho paz, e mesmo assim involuntariamente você ainda aparece às vezes (benditas madeixas coloridas); não que seja algo ruim... pelo contrário, são as vezes que eu acordo mais feliz. Me sinto um masoquista sentimental assim, mas não da pra afastar, mesmo tentando me entupir de coisas aleatórias pra fazer e de coisas fúteis apenas pra ocupar espaço. Me afasto, mas volto, você não está. Palavras faladas, mas parecem jogadas à uma parede, sem correspondência. Fica... o que há com isso tudo afinal? Vejo nas minhas próprias palavras um turbilhão de sentimentos, dos mais nobres aos mais perturbadores. Escrevo sobre amor com ódio no olhar e tristeza na mente. Todos aqueles sonhos, ainda estão ali, aqui, oculto. Fecho os olhos, ali estou à salvo de tal, espero que as lágrimas não quebrem o fechar dos meus olhos... talvez se eu dormisse todo o dia e só acordasse com o seu sussurrar no meu ouvido, daria certo. Onde está você? Tão perto... tão longe... eu te sinto. Talvez haja paz nas notas de um violão, no sussurrado cantar de um poeta americano, nas melodias transcendentais e atemporais de sinfonias, no sono vazio, no auto isolar-se do mundo para si mesmo, no calejar da mente.
Eu só queria segurar sua mão... eu só quero segurar sua mão... eu estou segurando sua mão...
Pode sentir? Pode me sentir?
Vamos...
Superficialidade nas palavras e sentimentalismo momentâneo causado pelo desespero? Faria sentido se isso passasse, mas não; e também não sou desse tipo. Meu sentimento talvez apenas criou uma crosta fina em sua volta, mas que raramente consegue contê-lo. Criei-a no intuito de tentar seguir, segurá-lo, ignorá-lo, mas essa crosta rompe-se muito facilmente ainda, e é cada vez pior. Droga! Não chorarei e perguntar "D'us, por que D'us?". Esse é o pior, eu sei o porque. O que só piora tudo, tragicamente.
"É, você tem aquela coisa. Acho que você vai entender.". Seu sorriso ainda me da aquela mesma sensação... seu sorriso, sim aquele... a coisa mais perfeita que já ocorreu e que existe nesse mundo: seu sorriso. Sincero, alegre, tímido e lindo. Sim, ainda me deixa bobo e me faz sorrir feito uma criança tímida, com os olhinhos quase fechados e tudo. Você sabe, já o viu inúmeras vezes, culpa sua mesmo! Hahahahha, é, é... você veio, não sai daqui por nada, mesmo com tudo, mesmo com todos, mesmo sem seu consentimento, é com você que eu ainda sonho todas as noites e todos os dias (All night! All day! Gloooooria!). Tsc... só o que posso fazer é lamentar na minha amarga solidão...
Aceita um café sr. Eu? Claro! E logo após uma leitura, um chá e estudar, escrever não sei. Entupir a mente com coisas fúteis para distração e risos alheios. O que acha sr. Eu? Ótimo plano. E seguir até a misericordiosa adaga do sono profundo acalentar essa dor estática definitivamente... Definitivamente por pelo menos algumas horas.
Durma... dormir é o único momento em que tenho paz, e mesmo assim involuntariamente você ainda aparece às vezes (benditas madeixas coloridas); não que seja algo ruim... pelo contrário, são as vezes que eu acordo mais feliz. Me sinto um masoquista sentimental assim, mas não da pra afastar, mesmo tentando me entupir de coisas aleatórias pra fazer e de coisas fúteis apenas pra ocupar espaço. Me afasto, mas volto, você não está. Palavras faladas, mas parecem jogadas à uma parede, sem correspondência. Fica... o que há com isso tudo afinal? Vejo nas minhas próprias palavras um turbilhão de sentimentos, dos mais nobres aos mais perturbadores. Escrevo sobre amor com ódio no olhar e tristeza na mente. Todos aqueles sonhos, ainda estão ali, aqui, oculto. Fecho os olhos, ali estou à salvo de tal, espero que as lágrimas não quebrem o fechar dos meus olhos... talvez se eu dormisse todo o dia e só acordasse com o seu sussurrar no meu ouvido, daria certo. Onde está você? Tão perto... tão longe... eu te sinto. Talvez haja paz nas notas de um violão, no sussurrado cantar de um poeta americano, nas melodias transcendentais e atemporais de sinfonias, no sono vazio, no auto isolar-se do mundo para si mesmo, no calejar da mente.
Eu só queria segurar sua mão... eu só quero segurar sua mão... eu estou segurando sua mão...
Pode sentir? Pode me sentir?
Vamos...
Thursday, August 9, 2012
Às vezes sorrir...
...é a melhor maneira de dizer "Foda-se tudo!". Ser feliz é a coisa mais subversiva nesse mundo que vivemos; então sejamos! Sorria, cante, dance, brinque... ao contrário de todo esse mundo estático, cinza e conformista. Fuck the world, be happy!
Free Fall Flow, River Flow...
Interpretação, há muitos problemas; sem ajuda então? Tudo piora! Sozinho é bem melhor, muita gente em volta pode até atrapalhar; raramente aparece uma opinião digna de se ouvir, infelizmente (isso não é se colocar por cima sempre, é realismo mesmo, dos mais trágicos!). Fluir... essa é a solução. Não ser um obelisco com a vida e aguentar tudo como uma estátua emotiva, e sim fluir por ela, contornar e enfrentar, mas de maneira à fluir por tudo e sair por cima. Tudo é muito rotineiro, e isso é desgastante. Você sonha, planeja, mas é tedioso esperar. Não sei realmente doque estou à falar especificamente, há um pouco de várias coisas que estão orbitando esse assunto, orbitando no fato de fluir. Mas principalmente, generalisando, seria a vida em si.
Imaginemos o mundo, imagine-se sozinho, imagine-se com sonhos... você terá que ter a força e a rigidez, e também a adaptação rápida e inteligente... você deve como um fluído se adaptar ao seu espaço e ocupá-lo inteiramente, fazendo da forma do espaço a sua forma; e se necessário quebrar e passar por cima, quebre o limite fluindo por onde não de mais para entrar e moldar... e é aí que o espaço se moldará à sua vontade de fluir. E assim os papéis se invertem, agora o espaço se quebra com o seu fluir e você espande-se sem limites para outro espaço maior, mais abrangente.
Flua e flua, até não ter mais limites, e então você tornará seu espaço infinito, sem limites para fluir para onde quiser... como um rio que deságua ao mar. Essa filosofia do fluir tem uma abrangência para tudo, para a vida. Com uma música surge um estopim, para a criação de algo lindo, útil, abrangente... "Free fall flow, river flow. On in on it goes..." Fluindo e adaptando-se ao seu espaço, moldando-se e enfrentando-o. Pedra após pedra, queda após queda, em calmarias sem agressividade alguma ou em turbulentas corredeiras... não importa, sempre fluir. E mesmo quando alcançar aquele enorme lago, pra onde o fluir torne-se extenso mas mesmo assim "limitado", flua por baixo da terra, das pedras, como o mais glorioso rio que apenas cessa seu fluir quando alcança o mar, onde o fluir é infinito.
Como um rio, que deságua ao mar.
Imaginemos o mundo, imagine-se sozinho, imagine-se com sonhos... você terá que ter a força e a rigidez, e também a adaptação rápida e inteligente... você deve como um fluído se adaptar ao seu espaço e ocupá-lo inteiramente, fazendo da forma do espaço a sua forma; e se necessário quebrar e passar por cima, quebre o limite fluindo por onde não de mais para entrar e moldar... e é aí que o espaço se moldará à sua vontade de fluir. E assim os papéis se invertem, agora o espaço se quebra com o seu fluir e você espande-se sem limites para outro espaço maior, mais abrangente.
Flua e flua, até não ter mais limites, e então você tornará seu espaço infinito, sem limites para fluir para onde quiser... como um rio que deságua ao mar. Essa filosofia do fluir tem uma abrangência para tudo, para a vida. Com uma música surge um estopim, para a criação de algo lindo, útil, abrangente... "Free fall flow, river flow. On in on it goes..." Fluindo e adaptando-se ao seu espaço, moldando-se e enfrentando-o. Pedra após pedra, queda após queda, em calmarias sem agressividade alguma ou em turbulentas corredeiras... não importa, sempre fluir. E mesmo quando alcançar aquele enorme lago, pra onde o fluir torne-se extenso mas mesmo assim "limitado", flua por baixo da terra, das pedras, como o mais glorioso rio que apenas cessa seu fluir quando alcança o mar, onde o fluir é infinito.
Como um rio, que deságua ao mar.
Wednesday, August 8, 2012
iwndiwn-24
Preciso desabafar, não, contar um segredo, que obviamente deixa de ser agora ao torná-lo público. Muita responsabilidade e pressão, pesa muito... melhor livrar-me desse fardo logo, ao menos. É que...
Tuesday, August 7, 2012
Eclipse
All that you touch, all that you see, all that you taste, all you feel.
All that you love, all that you hate, all you distrust, all you save.
All that you give, all that you deal, all that you buy, beg, borrow or steal.
All you create, all you destroy, all that you do, all that you say.
All that you eat, everyone you meet, all that you slight, everyone you fight.
All that is now, all that is gone, all that's to come and everything under the sun is in tune.
But the sun is eclipsed by the moon.
All that you love, all that you hate, all you distrust, all you save.
All that you give, all that you deal, all that you buy, beg, borrow or steal.
All you create, all you destroy, all that you do, all that you say.
All that you eat, everyone you meet, all that you slight, everyone you fight.
All that is now, all that is gone, all that's to come and everything under the sun is in tune.
But the sun is eclipsed by the moon.
Monday, August 6, 2012
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